O Renascimento do Processo: Como Revolucionar Seus Processos de Negócios

Processos de negócios estão tendo um renascimento. Hoje, os processos de negócios estão no epicentro da transformação digital, com conceitos como mineração de processos, RPA (automação robótica de processos), automação inteligente, inteligência de processos e low-code/no-code dominando o cenário tecnológico. Mas para os tomadores de decisão corporativos, essa cacofonia de novos conceitos e batidas de tambores de fornecedores é ensurdecedora.

O desejo de otimizar os processos de negócios tem mais de um século. Aqui está uma breve caminhada pela estrada da memória:

  • 1920 e 1930: uma onda de interesse em dissecar processos de negócios na manufatura. O famoso estudo de tempo e movimento de Frederick Taylor e Lillian Gilbreth foi um dos primeiros empreendimentos conhecidos que visavam compreender, monitorar e medir a eficiência de um processo de trabalho. Na década de 1920, o Comando de Sistemas Aéreos Navais popularizou o conceito de TQM (gestão da qualidade total), um processo de estilo japonês para melhoria da qualidade, onde o processo é um elemento integral.
  • 1980 e 1990: levou a abordagens quantitativas como Lean Six Sigma e mapeamento de fluxo de valor. Enquanto a natureza polarizadora do trabalho de Hammer e Champy, trazendo a reengenharia, atraiu muita atenção, na mesma época, o conceito japonês de Kaizen – um método de melhoria contínua estava florescendo no Japão e em outros lugares.
  • 2000: Uma abordagem mais sistêmica e baseada em tecnologia para o projeto, execução e orquestração de processos de negócios ganhou força nos anos 2000. A tensão dos processos manuais levou à RPA (automação de processos robóticos). Da mesma forma que há robôs realizando trabalho pesado, a fragilidade da automação baseada em interface do usuário levaram a uma mudança em direção à automação inteligente, ou hiperautomação, onde o processamento de linguagem natural e o aprendizado de máquina tornam os esforços um pouco mais robustos.

Na mesma época, o professor holandês, Wil van der Aalst, introduziu o conceito de mineração de processos na Universidade Tecnológica de Eindhoven, um método para analisar logs para derivar um modelo de processo orientado a dados. Os conceitos de mineração de processos e, mais tarde, mineração de tarefas (ou descoberta de processos) tornaram-se a base para entender o trabalho como ele acontece.

Uma entrada recente, mas empolgante, no espaço do processo é o advento das plataformas low-code e no-code, onde os desenvolvedores cidadãos podem arrastar e soltar seu caminho para automatizar e otimizar a última milha e preencher as lacunas entre aplicativos monolíticos.

Mas o que tudo isso significa para executivos de grandes empresas?

Os processos são eternos, mas os métodos vêm e vão:

A cada década, uma metodologia ou tecnologia é anunciada como a próxima melhor coisa desde o pão fatiado. Em vez de perseguir cada objeto brilhante, os líderes empresariais devem considerar o novo objeto brilhante no contexto e adotá-lo ou ignorá-lo com base na realidade de sua organização. Não há problema em esperar até que o conceito ou tecnologia atravesse o abismo e se torne mais robusto. No entanto, também faz sentido ser um pioneiro.

Insights antes da intervenção:

Grandes corporações tendem a escolher uma ferramenta, tecnologia ou metodologia para resolver um problema antes de entender o núcleo do problema e sua complexidade associada.

Um cirurgião não opera sem alguns exames de imagem — raio-X, tomografia computadorizada, etc. — que forneçam contexto e clareza em torno da área alvo. Da mesma forma, mesmo um mecânico de automóveis não abre um motor sem diagnóstico. Assim como, os líderes corporativos devem desenvolver uma compreensão multidimensional, de preferência orientada por dados, de um processo subjacente antes de avançar com uma intervenção.

A máxima "compreender antes de agir" deve orientar o seu processo de tomada de decisão.

Leia o artigo original (em inglês) em Forbes

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